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A Felicidade na Visão de Carl Jung

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Carl Jung foi um importante psiquiatra que nasceu no ano de 1875, mais precisamente no dia 26 de julho. Foi uma figura fundamental para fundar a psicologia analítica.

Essa psicologia visa de forma geral explorar a importância da psique de forma individualizada e também a busca por uma totalidade.

Jung ainda ajudou a popularizar alguns termos fundamentais da psicologia, como o “arquétipo” e até mesmo o significado de “ego”, bem como consolidar o entendimento acerca do “inconsciente coletivo”.

Todo o trabalho dessa importante figura da psicologia ajudou substancialmente a influenciar diversos campos, como no caso da antropologia, filosofia e até mesmo acerca da teologia.

Uma das frases de maior impacto de Carl Jung refere-se a seguinte citação – “Mesmo uma vida feliz não pode existir sem um pouco de escuridão”.

Mas, o que será que isso quer dizer? Será que tal conceito se aplica a nossa realidade nos dias atuais?

E ainda – o que pode ser consolidado como felicidade segundo Jung? Para poder se aprofundar acerca de seus pensamentos e constatações, é importante haver um aprofundamento acerca de suas defesas!

Para poder permitir tais entendimentos, continue lendo o conteúdo desse artigo agora mesmo e descubra mais sobre esse assunto!

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O Que é a Felicidade na Visão de Carl Jung

Diferente de muitos outros representantes da Psicologia Positiva, Jung não se empenhava em falar diretamente sobre a felicidade em si, principalmente se tratando do desenvolvimento e da personalidade humana!

Na verdade, Jung acabou concebendo uma ideia de individualização, onde se prontificou a abordar possibilidades que levasse a todos em direção a uma vida mais plena!

Isso porque segundo ele, a melhor maneira de discutir amplamente a ideia da tão almejada felicidade é que essa deve ser amplamente entendida como plenitude.

Essa plenitude, por sua vez, pode ter uma forte relação com dimensões apoiadas na ética de nossas vivências.

Diante desse aspecto, a felicidade, segundo Jung, pode ser muito mais pautada em diversos valores éticos, bem como pessoais e subjetivos., tendo uma menor ligação com uma satisfação imediata (consumismos e materialismo).

Tais valores podem ainda ser interpretados como sinais realmente fundamentais e representativos da nossa maturidade psicológica.

Isso quer dizer que uma pessoa que seja considerada madura (psicologicamente) consegue obter uma maior capacidade de estabelecer relações por meio de influencias que não limitem sua real identidade.

Trata-se de manter o seus reconhecimentos acerca de ser uma pessoa individualizada, levando em conta seus próprios anseios, desejos, potencialidades, ambições e também objetivos!

Como Ter Felicidade Duradoura na Visão Junguiana

É importante salientar que o conceito de felicidade acabou mudando durante o decorrer da nossa história, e isso nos permite imaginar uma série de definições.

Tanto é que o tema acaba pedindo uma constante pesquisa acerca desse campo para que se possa analisar o que melhor se adequa aos tempos atuais!

Infelizmente a Psicologia Positiva não é algo amplamente estudado no Brasil, o que acaba exigindo que se desdobrem mais pesquisas acerca desse tema.

Essa mudança poderia ser de grande valor para a população, uma vez que ajudaria no entendimento das diferenças e também similaridades com relação ao conceito da felicidade.

Mas, ao focamos no tema que nos remete a uma felicidade mais duradoura, Jung é enfático sobre seu entendimento sobre o assunto:

  • “Todos os fatores que são geralmente assumidos para fazer a felicidade pode, em determinadas circunstâncias, produzir o contrário. Não importa como ideal a sua situação possa ser, ela não garante necessariamente a felicidade”.

De forma geral, para Carl Jung defende que algumas premissas se fazem importantes para consolidar uma felicidade duradoura:

  • Boa saúde física e mental
  • Boas relações pessoais e intimas
  • A percepção da beleza perante a arte da natureza
  • Trabalho satisfatório e padrões de vida razoáveis
  • Um ponto de vista mais filosófico ou até mesmo religioso

Qual a Relação da Liberdade e Felicidade

De maneira geral, a liberdade está relacionada a uma condição onde um determinado indivíduo não tende a se submeter ao domínio de outra pessoa, e por esse motivo consegue ter pleno poder acerca de seus atos.

O amplo desejo se se obter liberdade refere-se a um sentimento mais arraigado perante o homem.

Isso se refere a escolhas e decisões importantes, como a escolha da sua profissão, casamento e até mesmo compromissos de caráter politico ou religioso.

Todos esses aspectos permitem ao ser humano conseguir enfrentar a si mesmo e também agrega uma forte exigência de decisão responsável, tendo como ponto de partida seu próprio futuro.

A liberdade tende a se manifestar como uma espécie de certeza primária que acaba até mesmo ultrapassando a nossa existência, principalmente se tratando de momentos que exigem decisões realmente importantes.

Essas decisões podem até mesmo estar relacionadas a algo que possa eventualmente vir a comprometer sua vida de alguma maneira.

Portanto, de acordo com as premissas da psicologia a liberdade e felicidade andam de mãos dadas, embora sejam tomadas por uma grande dose de responsabilidade, ainda assim agregam satisfação e bem estar!

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Porque a Felicidade só é Real Quando Compartilhada

O sentido dessa frase pode até mesmo ser considerado ambíguo, uma vez que pode abrir margem a algumas interpretações distintas!

Mas, o caminho mais assertivo para conseguir formar suas próprias conclusões acerca dessa questão pode ser por meio da adequação de um bom conhecimento.

E esse conhecimento somente pode ser adquirido por meio de uma base de conteúdo realmente sólida e consistentes, como o que é oferecido pelo curso elaborado pelo Doutor Carlos Byington.

Carlos Byington é um renomado médico psiquiatra e profundo analista junguiano!

Ele é graduado pelo instituto Jung, localizado em Zurique – e depois de anos de empenho e dedicação em seus estudos retornou ao Brasil com o intuito de promover um dos cursos mais completos sobre esse tema.

A Psicologia Simbólica Junguiana visa o emprego de noções de caráter simbólico com o objetivo de abranger dimensões tanto da psicologia individual como a coletiva!

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